Diário

A maldade e a mentira a terem pequenas vitórias.

Hoje fomos de novo surpreendidos pela maldade de uma pessoa que mente descaradamente para obter a justificação para os seus ardilosos e adúlteros comportamentos. Com base em mentiras e caluniosas acusações, lá obteve uma demonstração de pequeno poder, com um despacho do ministério público fundamentado em mentiras da mãe, sem contraditório.
A nossa justiça, de quem todos falam mal, e na qual até temos depositado algumas esperanças e feito até muitas vezes a sua defesa, pela complexidade das causas e pelo mau carater dos litigantes, que muitas vezes dificultam seriamente a tarefa de encontrar a justa sentença ou mesmo as medidas intercalares de procedimento judicial com efeitos preventivos.
Pois hoje fomos, de novo, surpreendidos por um email da maldosa mãe, a vangloriar-se de uma decisão de um procurador do ministério público, que com base em falsas declarações e possível forjar de provas, confere provisoriamente a guarda da filha à sua mãe e impede o pai de a ir buscar à escola, como se ele represente algum perigo ou ameaça para a filha. Apenas permitindo que o pai esteja com a filha na presença de terceira pessoa. Devemos informar que nos últimos quatro anos a filha passou o dobro do tempo com o pai que com a sua adúltera mãe, pois esta embora vivessem juntos, passava mais tempo a entregar-se aos seus devaneios comportamentais em Angola, na companhia do seu namorado de ocasião, que em Coimbra onde viviam e onde o pai estava sempre com a filha, como facilmente poderá ser atestado por muita gente desta cidade que conhece pai e filha e mesmo a ardilosa mãe.
Toda esta encenação, tem como base os atrás referidos adúlteros comportamentos e a necessidade de limpar a face, junto das amigas e amigos, talvez até junto do novo engate, arranjando uma falsa justificação no comportamento do pai, para o seu deplorável modo de vida.
Transcrevemos abaixo a mensagem que recebeu o pai no telemóvel no dia de Natal de 2012 pelas 13:30 horas. E onde claramente ameaçavam que iam fazer o que estão a fazer.
“Garanto lhe sr. Dinis com todo respeito de facto nao somos da mesma laia. Sou juiza em angola tenho meu pai em estado terminal em portugal. A ossanda deixou de ir a viseu para casa dos sogros para fazer a ceia em sua casa. A isabel tem sido incansavel . Ja a orientei vamos a policia voces serao avaliados e crianÇa tera concerteza uma educaÇao de gente educada e civilizada. Desculpe nao me contive. Este inferno tera que terminar nao pode nao tem o direito de envolver toda gente nos seus problemas. Feliz natal”
Este ardil está a ser montado há já algum tempo e sabemos que numa primeira fase até pode colher seus frutos. Esperaremos calmamente que a justiça se faça e como ameaçava a pseudo-juíza de nome Anabela, sejam os pais devidamente avaliados, coisa que até agora não aconteceu.
Esta situação de fazer despachos avulsos e sem ouvir a outra parte, parece-nos de todo injusta, até porque já passaram quase dois meses que o pai está impedido de ver a filha, apenas por vontade da sua maléfica mãe.
Embora percebamos que, em alguns casos e sem conhecer a outra parte, tais medidas tenham de ser tomadas com carater de urgência para salvaguardar a posição dos menores. Aqui não era de todo o caso, pois o pai não representa nenhuma ameaça para a filha, conseguiu até descobrir em que escola estava a filha, faz já três semanas, falou com a professora dela e com a coordenadora da escola, que não tinham à data nenhuma informação de nenhum tribunal que o impedisse de estar ou recolher a menor. Mas de todo não o faria, para não ter uma atitude semelhante à que condena na mãe, a de fazer da filha um joguete de vingança e maldade. O que quer este pai é de todo o melhor para a filha. E esta diz claramente que antes queria viver em Coimbra, ainda hoje o dirá sem dúvidas.
A única verdade, neste ardiloso caso, é que a mãe sem nenhuma justificação, premeditadamente causou algumas discussões com o pai, faltando sistematicamente ao acordado em relação à filha, nas datas em que estaria com o pai e quando viria a Coimbra na altura do Natal e com quem estaria nessa fase sempre que não estivesse com a mãe. Deixando-a sistematicamente com gente que apenas pode ser má influência para a menina, por seus supérfluos, levianos e mentirosos comportamentos.
Tais discussões foram telefónicas, pois saiba-se que o pai estava em Coimbra e a ardilosa mãe em Lisboa, como tal não sabemos como se podia sentir ameaçada.
Depois na tarde de dia trinta e um de dezembro foi a filha entregue ao pai, pela maléfica mãe, para passar o final de ano. Ficou ainda em Coimbra na companhia da empregada ou da mãe desde dia dois até dia doze de janeiro, dia último em que tranquilamente jantou com o pai, tendo este calmamente e de forma combinada ido entregar a filha a casa onde morava com a mãe. Pois daí em diante não soube o pai mais nada da filha até receber um telefonema de uma tal Ângela Cruz, a dizer que a filha estava consigo e que a mãe estaria para reuniões, sabe-se também que a mãe viajou para Angola dia dezoito de janeiro e só voltou quando descobriu que o pai já sabia onde estava a filha. Como não havia ordem alguma do tribunal, podia o pai tomar a guarda da filha e esperar depois a decisão. Mas não o faria tal pai, para não fazer da filha um objeto de luta e obrigando-a a sobressaltos desnecessários, igualando a mãe em egoísmo e maldade.
Agora sabemos que a primeira conferência no tribunal de família e menores, está agendada para inicio de março, pelo que aguardará o pai até lá, apenas matando a saudade da filha nas poucas conversas que lhes vão permitindo ao telefone, sabendo que a filha sempre diz ao pai que vai telefonar todos os dias, mas não o faz e está sempre a ser impedida de o fazer por não facilitarem o numero da filha ao pai ou possibilitarem que a menina ligue.
Esperemos que a situação se esclareça devidamente, embora se saiba que nestas coisas sempre existe uma margem subjetiva de avaliação por parte de várias pessoas e que a conclusão pode não ser a que se espera. Uma coisa será certa, lutará o pai na justiça pela guarda da filha, perante todas as mentiras e adversidades que possam surgir.

ESPERANDO QUE A JUSTIÇA SE FAÇA COM RIGOR E FUNDAMENTADA NAS PROVAS, NÃO EM IDEIAS PRE-CONCEBIDAS E CONCEITOS ERRADOS FEITOS EM CIMA DE AUSÊNCIA DE ANALISES POR TÉCNICOS CAPAZES E JUSTOS, OU AINDA EM CIMA DE CALUNIOSAS ACUSAÇÕES FEITAS PELA MÃE.
POR FIM VALERÁ MAIS QUE QUALQUER SENTENÇA, O JULGAMENTO DA FILHA E O QUE SABERÁ AVALIAR QUANDO TIVER PARA ISSO DISCERNIMENTO. ESPERANDO O PAI NÃO SER NESSA ALTURA DEMASIADO TARDE PARA EVITAR QUE A FILHA SEJA MAIS UMA VITIMA DA VIVÊNCIA DA MÃE.

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