Enclausurados pela “religiosa” educação
raramente vivemos como nos dá na gana
ousando pouco, só o que nos é permitido
passando assim pela vida sem intensidade
e no final, tristes, pensamos ter existido.
Há beleza nas viagens pelo imaginário
essas que se fazem belas dentro de nós
e nos levam a largar o diário marasmo,
partem sempre do lindo sonhar acordado
loucas e puras chegam ao violento orgasmo.