Porque alguns, quase sempre enganados, ficam meios anestesiados ou deslumbrados por recentes paixões, de qualquer natureza, lembro que assim escreveu Camões nos seus Lusíadas:
“Estavas, linda Inês, posta em sossego
de teus anos colhendo doce fruito,
naquele engano da alma ledo e cego,
que a fortuna não deixa durar muito,[…]”
Nota: A Inês dos versos pode muito bem, nos dias de hoje, ser uma qualquer Maria ou um qualquer Manuel.