Poesia

Violência

Sonhar-te loucamente
em constante frenesim,
num devaneio latente
vivo, a palpitar em mim.

Angélica, és doce e pura
numa capa de calmaria.
Gentil, de meiga ternura
lindos dons em romaria.

És desejo em fogo ardente
um querer descontrolado
vivido só e silenciosamente.

Outro amor é só dormência
já está meu peito inflamado
e só a ti quero com violência.

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