Diário

A popularidade de Passos Coelho e a aceitação das políticas do governo.

Hoje desde Coimbra e após um interregno de uma semana, volto aos meus textos. Versarei hoje sobre os resultados da avaliação que fazem certos políticos famosos da nossa praça sobre o primeiro-ministro e a sua governação.
Fazem estes ilustres opinantes, uma avaliação inferior à que fizeram no ano passado sobre o mesmo senhor primeiro-ministro e seu governo. Não seria de todo fácil fazer outra coisa. Ainda assim sobressaem as notas que vão dando alguns mais alinhados com este governo, pois teimam em não aceitar as evidências.
Notícia do Sol
Esta gente numa coisa tem razão, há muito poucas coisas boas para relatar e como tal nos aspetos positivos pouco ou nada podem dizer. Ainda que falem da credibilidade e da colocação de divida a dez anos, isto não podem ser boas notícias de maneira nenhuma do ponto de vista do contribuinte comum. Pois se a credibilidade obriga a impostos impossíveis e a regras que atiram para a pobreza os mais frágeis, seria melhor não ser credível. Já a colocação da divida a dez anos, se não afigura como coisa muito boa para outros que não aqueles que assim vêem o cumprir da liquidação de títulos de divida anteriores, os credores dessa divida a substituir e que talvez sejam os bancos que aplaudem essa emissão ainda que a juros mais altos que a mesma divida se transacionava nesse dia nos mercados secundários.
O que diria esta gente se fosse o governo de Sócrates a fazer esse lançamento de divida pública com esse preço? Já estou a ver as orelhas do Teixeira dos Santos a arder com tudo o que os defensores das boas contas e rigorosas atitudes, diriam colocando um sem número de defeitos na coisa.
Já quanto aos que são mais à esquerda e dizem mal de todas as políticas desta governação, terei de dar alguma razão, pois difícil será encontrar uma boa medida na defesa do país ou dos mais frágeis dos seus contribuintes.
Se eu desse nota a esta gente, numa escala com máximo dez, daria “zero”, no máximo dos máximos “um”, já que como se diz no campo, cada cavadela sua minhoca. Se nesta governação podem tomar uma medida prejudicial aos cidadãos, ela será certamente tomada. Já se alguma coisa de positivo dizem, por exemplo o ministro Alvaro, logo nada é posto em prática, acusando ainda o anterior governo ou até, pasme-se, o clima e as condições meteorológicas que se têm mostrado contrárias ao investimento.
Estes senhores deste governo se não são burros, parecem-no na perfeição. Talvez apostem na nossa incultura e tremenda falta de atenção aos disparates a que nos sujeitam. Apenas nos revoltamos se nos tiram a cada um individualmente uns euros da carteira no final do mês.
O QUE AINDA QUERERÁ A MÚMIA CAVACO AO APELAR À UNIÃO ? PARECE-NOS QUE TER MAIS DE 80% DE CIDADÃOS CONTRA O GOVERNO, SERÁ A MAIOR UNIÃO ALGUMA VEZ VISTA NA DEMOCRACIA PORTUGUESA.
ESTARÁ CEGO, SURDO E DESATENTO ESTE NOSSO CAQUÉTICO PRESIDENTE ?
PARECE-NOS BEM QUE SIM.
09-06-2013
Dinis Jesus

Standard

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *